A ganância e o pior de todos os pecados, pois, destrói quem nos rodeia e mata quem dela vive.Quando desejamos algo com todo o nosso querer, e ele não se realiza, destrói tudo aquilo que nos deixamos para traz a procura de aquilo que era para nos tão certo como o destino dos infiéis perdidos neste mundo pelo esquecimento de nossos deuses. Mas a pior parte da ganancia, ou melhor da nossa anciã de viver sendo perfeito, é quando ela nos destrói por dentro e nos faz perder todos os caminhos pela vida traçados e nos faz tudo recomeçar. Perder alguém e sempre doloroso mas perder o que mais se ama que somos nos próprios em ser e espírito e bem pior. Por isso fieis amigos no bosque perdidos entro de fronte de novo nesse portão que outrora fechei sem vontade de regressar, e entro novamente nessa escuridão obliqua da nossa mente quando ajudar os outros nos impede de ajudar a nos próprio. Ao longe de novo fauno e fada me acompanham, são meus fieis escudeiros por entre este caminhos tumultuosos da razão. Espero por entre estas gélidas árvores sombreada pelo conhecimento encontre de novo minha cura para o esquecimento global de minha existência.
Por vezes dou comigo a pensar no que poderia ser diferente em mim, que erro cometi em meu trajecto para morrer neste labirinto que e a vida. De lotarias não vivo meu senhor, não pensar na vida e o mesmo que estar morto, esquecer e relembrar são os maiores segredos que distingue a raça humana dos naturalmente animais, ou será que não? talvez estejamos errados e eles e que se distinguem de nos pois a nascença já tem seu trajecto definido ate ao findar de seus dias e nos por voltas e mais voltas, por círculos e mais ciclos nos prendemos na razão e não na emoção. Porque comandas minha vida, oh cérebro meu? Porque impoes a meu coração o standard de sociedade podre em que vivemos. E os meus valores, a minha vontade e o meu amor onde os escondes-te tu?
São estes os meus medos é esta a minha dor, tenho medo de chegar a final desta longa caminhada e descobrir que afinal apanhei o caminho errado....PARA SEMPRE ETERNO
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Fúria transparente
Nesta longa jornada de realidades esquecidas por entre estes muros altos da razão, pergunto novamente a razão da minha existência.Nunca falo de realidade como um todo, como aquele simples carpinteiro que mudou o mundo com o poder de suas palavras em fronte daqueles que se julgavam certos à altura, chegando mesmo a loucura capital de seus sentidos, ele tal como eu batalhou, mudou, inovou, persegui seus sonhos por entre as gotas da chuva ardente de seu perdido coração de espirito vazio. Não mais que em pó se transformou após suas ideologias serem alteradas por quem só vê números naquilo que não mais que romantismo se tratava. Hoje novamente neste sofá gélido de realidade entro nesse bosque que ha tanto percorro em procura da humanidade de outrora, existem neste mundo desde ex ditadores a deuses do paga-ismo do cristianismo. Mas e contigo meu amigo que ao mundo escondes-te o nome para que nunca em pontos intermédios deste tempo paralelo em que choramos a alegria de outrora. Passado, presente, futuro num só nesse ser que não mais que uma criança de nove de nos próprios em nos próprios se encontra e nos procura quando a nossa social identidade nos ganha a sabedoria do todo mas mesmo que sendo um nada nos entende e ouve.
Tu arbusto transmontano que por entre este bosques me acompanhas, tu que em tempos de confusão usas-te amor para descrever tua dor, tu sim, me entendes. Sei que mesmo na impiedade comum dos grão-mestres encontras-te teu ser superior espiritual as portas do findar de teus dias nesse tempo tão teu.Hoje pergunto-te do que valeu essa negação de que a tu existência seja programada por quem de ti Quiz esse deleitar os olhos por entre tuas letras apagadas pela escravidão de tua alma aos infelizes de saber.
Olhas-me em repugnância de quem de não sabe o que vê, mas sabes bem que te entendo , talvez seja mais um cavaleiro desse deserto, em procura de Fé em terra de infiéis para saber o porque de seu problema em admitir que um dia os seus olhos vão fechar o seu coração parar de bater seus olhos perderão translucência e seu cérebro admitirá que lhe faltou tempo para viver o tempo que já viveu mas não sentiu. Quando for pó saberei que me construí cada dia, suguei todos os segundos dessa ultima pétala de uma rosa em sofrimento constante entre os gélidos verões e os quentes invernos que sua transfigurada realidade lhe apresentou nesse sofrimento que é viver...
Com isto te abandono amigo meu que por tristes caminhos neste escuro bosque comigo arrastas-te as pedras à tua passagem à vida eterna.Voltarei certamente para que sintas que ainda existem palavras que podem mudar a realidade dos comuns e transforma-los em deuses num olimpo universal.
Tu arbusto transmontano que por entre este bosques me acompanhas, tu que em tempos de confusão usas-te amor para descrever tua dor, tu sim, me entendes. Sei que mesmo na impiedade comum dos grão-mestres encontras-te teu ser superior espiritual as portas do findar de teus dias nesse tempo tão teu.Hoje pergunto-te do que valeu essa negação de que a tu existência seja programada por quem de ti Quiz esse deleitar os olhos por entre tuas letras apagadas pela escravidão de tua alma aos infelizes de saber.
Olhas-me em repugnância de quem de não sabe o que vê, mas sabes bem que te entendo , talvez seja mais um cavaleiro desse deserto, em procura de Fé em terra de infiéis para saber o porque de seu problema em admitir que um dia os seus olhos vão fechar o seu coração parar de bater seus olhos perderão translucência e seu cérebro admitirá que lhe faltou tempo para viver o tempo que já viveu mas não sentiu. Quando for pó saberei que me construí cada dia, suguei todos os segundos dessa ultima pétala de uma rosa em sofrimento constante entre os gélidos verões e os quentes invernos que sua transfigurada realidade lhe apresentou nesse sofrimento que é viver...
Com isto te abandono amigo meu que por tristes caminhos neste escuro bosque comigo arrastas-te as pedras à tua passagem à vida eterna.Voltarei certamente para que sintas que ainda existem palavras que podem mudar a realidade dos comuns e transforma-los em deuses num olimpo universal.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Felicidades
Sigo este caminho criado pela ilusão de estar vivo, quando por entre os trilhos te encontro. Meu velho amigo te reconhece sabe que és mais que luz que pairas por entre a realidade dos mundanos e nos encontras na escuridão do irreal, serás Rāp̄āʾēl em todo o seu explendor e dos caminhos ocultos à razão renasces para a criação aclamada. Sei que há muito me procuras por este inospito mundo de criaturas esquecidas que se perdem da vontade pura de existir, pois sou palavra escura quando mais de ti não quero sentir.
Ao longe, com a chama que aquece o sol dos tenebrosos comuns, escondo o que tu entrave meu da escuridão procura. Sabes que a madrugada termina numa alvorada de ressurreição em que os pássaros anunciam a chegada dos saberes escondidos pelos guardiões de Shlomô . Sinto cada vez mais perto o findar desta realidade esquecida por quem pensa que sabe o que realmente importa por entre a neblina oculta de meus iguais. Não somos materia amigo meu que procuras fortuna, somos sentido, norte, saber e tudo o que sinta, olhe, escute, sabe bem onde procurar a inaltecida ceia dos esfomeados por palavras, escritas, pensadas, vividas. Assim neste gelido bosque escondido da multidão cega aos sentidos da existência teremos de lutar, amigo meu, para que um amanhã seja uma realidade e não so uma ilusão do nosso esquecimento freudiano perdido por entre as nuvens deste local.
Não procures nas palavras ditas a resposta, mas sim no teu coração fechado e encontrarás a chave para cælum de todos nós.
Ao longe, com a chama que aquece o sol dos tenebrosos comuns, escondo o que tu entrave meu da escuridão procura. Sabes que a madrugada termina numa alvorada de ressurreição em que os pássaros anunciam a chegada dos saberes escondidos pelos guardiões de Shlomô . Sinto cada vez mais perto o findar desta realidade esquecida por quem pensa que sabe o que realmente importa por entre a neblina oculta de meus iguais. Não somos materia amigo meu que procuras fortuna, somos sentido, norte, saber e tudo o que sinta, olhe, escute, sabe bem onde procurar a inaltecida ceia dos esfomeados por palavras, escritas, pensadas, vividas. Assim neste gelido bosque escondido da multidão cega aos sentidos da existência teremos de lutar, amigo meu, para que um amanhã seja uma realidade e não so uma ilusão do nosso esquecimento freudiano perdido por entre as nuvens deste local.
Não procures nas palavras ditas a resposta, mas sim no teu coração fechado e encontrarás a chave para cælum de todos nós.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Renascer das cinzas
Novamente em meu quarto oiço aquela voz que nunca mais imagei ouvir, foste tu que me inicias-te por esta cruzada neste bosque sombrio pela razão.Teus passos percorri por entre as montanhas do Olimpo neste vale assombrado pelas realidades perdidas.Amigo meu, pensava tua luz já te ter mostrado mas mesmo assim no obscuro da noite tua voz por mim chama.Será que vens para me salvar desta imensidão ? Do outro lado destas cruas paredes, caiadas pelo sentimento de vazio, preenchido por tuas vivências, observo a luz de teu cachimbo e de seu fumo tua desfigurada figura me chama. Sei que ainda tens muito para me contar de tuas aventuras por entre os mundanos leigos da vontade do conhecimento puro de nossas verdades escondidas por entre o sol de cada manhã que exalta a força de nossa união por entre as palavras escritas entre meus dedos cansados da hipocrisia de viver.Quero pedir-te perdão pelas noites de ausência quando mais de mim precisavas, sabias bem que a minha realidade é bem mais que estes caminhos do pecado declarado pelas tagides perdidas de seu curso que me perseguem neste gélido lugar. Juntos construimos o caminho que outros nem tentaram pisar, escrevemos o que outros pensavam ser impossível relatar, ainda que por linhas ocultas seguimos nossa criação ate ao limite que nos levou a perder por entre estas sombrias árvores do esquecimento comum. Esperava-te junto de nosso grão-mestre gozando do teu Eu perfeito, a esperar o meu findar desta longa jornada que comigo inicias-te.
Ao longe consigo ouvir as palavras que teus lábios declamam, e agora sei que estás aqui do meu lado novamente criando mais uma de nossas cruzadas na ajuda dos que não sabem que aqui estamos. A nossa realidade é a escuridão dos outros. Somos mais que um nada que tudo persegue e na insignificância encontramos a imensidão do nosso ser.Recordo-me daquela tarde em que me contaste o segredo guardado pela pandora de nossos antepassados, sabias que seria teu fiel escudeiro e saberia transportar para os mundanos tuas palavras tão claras aos olhos dos que não enxergam.Nesse momento crias-te minha realidade de dor escondida por entre as mascaras por mim criadas.De filtros meu mundo criei meus sonhos esqueci só para poder teus actos em palavras descrever. Sabias que o destino por nos criado será sempre cumprido no crescimento das fieis crenças de teu poder aclamado por quem não sabe te entender. Queria mais perto de ti estar quando este pesadelos me perseguem por entre a longa noite de meu caminho.Sei que um dia o sol irá novamente nascer e por entre estas avermelhadas folhas trespassará minha realidade como a flecha do arco de Tróia no calcanhar do gigante Aquiles que mais um de teus seguidores se tratava. Se um dia o mundo não me chegar para que meu tempo se exprima por minhas palavras, escreverei em meus sonhos só para te poder olhar mais um pouco no mais alem da nossa realidade.
Ao longe consigo ouvir as palavras que teus lábios declamam, e agora sei que estás aqui do meu lado novamente criando mais uma de nossas cruzadas na ajuda dos que não sabem que aqui estamos. A nossa realidade é a escuridão dos outros. Somos mais que um nada que tudo persegue e na insignificância encontramos a imensidão do nosso ser.Recordo-me daquela tarde em que me contaste o segredo guardado pela pandora de nossos antepassados, sabias que seria teu fiel escudeiro e saberia transportar para os mundanos tuas palavras tão claras aos olhos dos que não enxergam.Nesse momento crias-te minha realidade de dor escondida por entre as mascaras por mim criadas.De filtros meu mundo criei meus sonhos esqueci só para poder teus actos em palavras descrever. Sabias que o destino por nos criado será sempre cumprido no crescimento das fieis crenças de teu poder aclamado por quem não sabe te entender. Queria mais perto de ti estar quando este pesadelos me perseguem por entre a longa noite de meu caminho.Sei que um dia o sol irá novamente nascer e por entre estas avermelhadas folhas trespassará minha realidade como a flecha do arco de Tróia no calcanhar do gigante Aquiles que mais um de teus seguidores se tratava. Se um dia o mundo não me chegar para que meu tempo se exprima por minhas palavras, escreverei em meus sonhos só para te poder olhar mais um pouco no mais alem da nossa realidade.
domingo, 18 de março de 2012
Liberta-te
Minhas palavras se terminam quando te oiço distante, são promessas citadinas de um sabor constante. Pelas pedras criados entre a escuridão de meus passados escondo o futuro para os menos aventurados. Na realidade me perco, cada vez mais o fim está próximo, teu cheiro já não o emana a flor de meu jardim quando a brisa passa. Escondo-me pois quero viver-te, sigo-te pois quero sentir-te, não sei porque o faço, talvez a triste manha de outono em que meus olhos te olharam me fizeram seguir as folhas deste bosque e na neblina da matinal sociedade me tenha feito esquecer os sentidos ou o espirito de aventura. Amiga minha que há tanto tempo perdi se ainda por este sombrio local, onde o real e irreal se juntam, te encontras segue minha voz e traz-me à luz de um dia sem chuva que molhe meu rosto de sentidos vãos e pensamentos descalços.
Não somos mais que as palavras que construímos quando estas árvores nos encaram, elas sabem a nossa realidade, nossos segredos em suas raízes guardam quando entre elas nos encontramos. Mas agora amarram a liberdade para esconderem o que de mim se exalta. Não são só palavras quando as escrevemos sem pensar, sem olhar, sem escolher, é a alma que sai por entre estas letras e nos faz sonhar.
Sonhador sem sonhos sou eu a caminho do meu Eu perfeito seguindo por entre o luar que passa as folhas de uma vida e nos arrasta para a escuridão da noite. Estarei aqui até que resolvas voltar amiga minha nem que para isso seja consumido pela escuridão deste local. Mitos se criaram por entre esta paredes esquecidas da razão, loucura è estar vivo não vivendo e olhar sem ver e sentir sem querer è ser alma sem credo. O grão-mestre nos ensinou as almas são para sentir não para que delas o sintam, são escuridão são alegria são querer ter a vontade de ser o que já somos mas a incompleta realidade nos esconde.
Sei que estas aqui por entre estas escarpas que tapam teus olhos com o sol que te impede de ver o que por entre as nuvens esta escondido. Liberta-te e vem! Sê a tua realidade!
Não somos mais que as palavras que construímos quando estas árvores nos encaram, elas sabem a nossa realidade, nossos segredos em suas raízes guardam quando entre elas nos encontramos. Mas agora amarram a liberdade para esconderem o que de mim se exalta. Não são só palavras quando as escrevemos sem pensar, sem olhar, sem escolher, é a alma que sai por entre estas letras e nos faz sonhar.
Sonhador sem sonhos sou eu a caminho do meu Eu perfeito seguindo por entre o luar que passa as folhas de uma vida e nos arrasta para a escuridão da noite. Estarei aqui até que resolvas voltar amiga minha nem que para isso seja consumido pela escuridão deste local. Mitos se criaram por entre esta paredes esquecidas da razão, loucura è estar vivo não vivendo e olhar sem ver e sentir sem querer è ser alma sem credo. O grão-mestre nos ensinou as almas são para sentir não para que delas o sintam, são escuridão são alegria são querer ter a vontade de ser o que já somos mas a incompleta realidade nos esconde.
Sei que estas aqui por entre estas escarpas que tapam teus olhos com o sol que te impede de ver o que por entre as nuvens esta escondido. Liberta-te e vem! Sê a tua realidade!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Trilhos
Ao longe te oiço amiga querida deste bosque sombrio, sigo-te nesta voz calma e serena de um fim sem princípio abraçado pela madrugada, escondes-te entre os arbustos de espinhos procurando tua pureza quando a escondes bem perto de teus olhos. Nunca saberei porque me iniciei por estas aventuras num bosque tão tumultuoso como o teu, talvez tenham sido as infâncias entre os grandes mestres da sabedoria eterna que me levaram a perseguir-te. Sei que estaremos perto do final, um dia junto de ti este gélido bosque gelara minha alma e as rosas por mim não colhidas murcharam como o fiel escudeiro morre por seu amo. Quero viver mas não te encontro, a cada olhar a cada toque sinto o sentimento de angústia pois sei que o mundo é findável, na eternidade viverei em minhas palavras que nunca ninguém lerá, mas que um dia as ouviram dentro de seus corações perdidos nestes bosques de razão aos que fogem da essência de viver. Nunca estarás sozinha pois eternamente te procurarei, nem que ao inframundo te tenha de procurar para ouvir só mais um pouco de tuas palavras, mais um pouco de tua alma esquecida entre a multidão de incrédulos mortais.
Somos reais, estamos aqui a frente de todos vós, mas ninguém nos verá, ate que o céu se una com a terra e nos faça crer que o sol nos queimara no amanhecer da esperança, que só escuridão avizinha quando neste meu mundo me esqueço da realidade. Sabes bem fada minha que as tágides sussurram a aclamação dos Titãs neste incrédulo lugar. Olho de um longe perto, sinto-te num pensamento inculto mas afasto-me na realidade sofrida de uma pedra, que parecendo robusta não mais que uma peça num jogo de factores se quebrará, para isso servem todas as outras que a rodeiam, para a segurar quando o mundo dela desiste. Somos nos na nossa natureza inata não na sabedoria dos pensadores. Olha para ti e vê-te viver antes que apenas os espinhos de tuas rosas sobrem nesta planície desprotegida do sofrimento dos mortais.
Poderás ter tudo mas olhando para trás faltar-te-ão as colunas que suportam o Olimpo de nossos sonhos, para isso nos testam nesta mistura de pecados, tal qual plebe de meu senhor escondido no conforto de suas gentes. Elas esperam por nos bem junto dos lagos onde os cisnes escondem os crocodilos. Nem tudo o que é horrendo á realidade é sombrio na pureza da cegueira, podemos passar uma vida a seguir estes trilhos, mas na morte veremos que escolhemos o lado errado do cruzamento de nossas verdades. Lutarei por ti tal Marco no ultramar por César.
Somos reais, estamos aqui a frente de todos vós, mas ninguém nos verá, ate que o céu se una com a terra e nos faça crer que o sol nos queimara no amanhecer da esperança, que só escuridão avizinha quando neste meu mundo me esqueço da realidade. Sabes bem fada minha que as tágides sussurram a aclamação dos Titãs neste incrédulo lugar. Olho de um longe perto, sinto-te num pensamento inculto mas afasto-me na realidade sofrida de uma pedra, que parecendo robusta não mais que uma peça num jogo de factores se quebrará, para isso servem todas as outras que a rodeiam, para a segurar quando o mundo dela desiste. Somos nos na nossa natureza inata não na sabedoria dos pensadores. Olha para ti e vê-te viver antes que apenas os espinhos de tuas rosas sobrem nesta planície desprotegida do sofrimento dos mortais.
Poderás ter tudo mas olhando para trás faltar-te-ão as colunas que suportam o Olimpo de nossos sonhos, para isso nos testam nesta mistura de pecados, tal qual plebe de meu senhor escondido no conforto de suas gentes. Elas esperam por nos bem junto dos lagos onde os cisnes escondem os crocodilos. Nem tudo o que é horrendo á realidade é sombrio na pureza da cegueira, podemos passar uma vida a seguir estes trilhos, mas na morte veremos que escolhemos o lado errado do cruzamento de nossas verdades. Lutarei por ti tal Marco no ultramar por César.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Rumos
Somos uma imagem do que queremos ser, quando nos perseguimos por estes gélidos caminhos cobertos pela brisa de uma manha que anseia pelo calor do sol de um meio dia que tarda em chegar. Saio por instantes desta longa jornada em que me perdi, entre a escuridão deste meu bosque que mais que passado se encontra incompleto, para procurar o que anseio por entre as palavras caladas em meu coração.Não somos mais que uma invenção de nos próprios quando tentamos viver uma realidade que não nos pertence. Procuro vos por entre os sons cada vez mais longínquos da minha razão mas não vos encontro pois a escuridão cegou meus sentidos. Onde estás? pergunto eu entre as folhas secas de um outono que teima em não passar, quero-te aqui fada minha entre o bosque esquecida. São momentos vividos a teu lado que recordo quando de novo as minhas mão deleito por entre estas escura teclas que trazem à vida o que em mim se esconde.Não sei viver sem sentir que tenho aqui sempre que a cruel realidade de meus tempos me apague entre a multidão de cegos que este cruel mundo transporta.
Olho mais distante e uma luz se aproxima por entre a neblina qual Sebastião perdido no outrora, sinto-te mais perto do que pensei, mas mesmo assim não quero esse caminho. Caminhos movimentam escuridão por estas bandas, escondidas nos peitos apagados de cada amante, pois na verdade não mais que simples comida para vermes nos tratamos. E com esta certeza apagada em nos seguimos esta dura batalha do irreal, desta simples realidade esquecida por entre as árvores apagadas em procura de um inverno com saudades de um verão quente. Mas tu e só tu sabes por onde me encontrar, esse segredo guardado com a chama de Olimpo para que dos mortais esteja protegido, e qual como pandora nunca se mostre na realidade.
Esconderei mais um dia o que a tanto quero mostrar, mas seguirei por este bosque pequena fada ate um dia te encontrar.
Olho mais distante e uma luz se aproxima por entre a neblina qual Sebastião perdido no outrora, sinto-te mais perto do que pensei, mas mesmo assim não quero esse caminho. Caminhos movimentam escuridão por estas bandas, escondidas nos peitos apagados de cada amante, pois na verdade não mais que simples comida para vermes nos tratamos. E com esta certeza apagada em nos seguimos esta dura batalha do irreal, desta simples realidade esquecida por entre as árvores apagadas em procura de um inverno com saudades de um verão quente. Mas tu e só tu sabes por onde me encontrar, esse segredo guardado com a chama de Olimpo para que dos mortais esteja protegido, e qual como pandora nunca se mostre na realidade.
Esconderei mais um dia o que a tanto quero mostrar, mas seguirei por este bosque pequena fada ate um dia te encontrar.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O caminho esta mesmo ao lado...
Hoje no Bosque sigo pela razão infinita de meus deuses, em mim perdidos, os grande que no passado aqui se perderam para que um dia chegassem ao fim da linha e soubessem que valeu a pena viver. Agora aqui neste gélido sofá entre estas paredes rasgadas pelas raízes de um bosque escuro, imagino como seria a realidade se o ontem fosse um hoje e o amanha a certeza de meu ser.
Ao longe uma voz me chama perguntando se o quero acompanhar pelos caminhos tortos, mas por vezes tão directos na nossa razão de respirar.Estarei vivo? Estarei morto? Muitas vezes me questiono sobre o que faço mesmo aqui por entre estas sombrias árvores.Posso vê-la ! esta voz que a tanto perseguia... é a voz de um fauno, que me tenta explicar historias dos que por la viveram e dos que por la sentiram.
Conta-me que em tempos uma menina se perdeu entre estas húmidas montanhas quando perseguia a sua ingénua infância para as palavras que as ninfas lhe declamavam ao vento de sons tocados pelos anjos no horizonte dos sentimentos.Quero conhece-la! Há muito que não sentia tanta vontade de viver alguém.Persigo este pensamento enquanto revivo partes de tempos em que a felicidade era simples como o simples acordar para um infantil dia de sonhos vãos cheios de esperança de ser. Quando deixamos a criança que reside em nosso subconscientes perdemos a nossa identidade de exploradores de um mundo novo. Cair na rotina e apenas para os pobres incrédulos na realidade de seu sentidos.
Sigo mais um caminho na meu sentido agora contigo meu fauno amigo que me levara a realidade que quero viver ao lado de quem a queira sonhar ....
Ao longe uma voz me chama perguntando se o quero acompanhar pelos caminhos tortos, mas por vezes tão directos na nossa razão de respirar.Estarei vivo? Estarei morto? Muitas vezes me questiono sobre o que faço mesmo aqui por entre estas sombrias árvores.Posso vê-la ! esta voz que a tanto perseguia... é a voz de um fauno, que me tenta explicar historias dos que por la viveram e dos que por la sentiram.
Conta-me que em tempos uma menina se perdeu entre estas húmidas montanhas quando perseguia a sua ingénua infância para as palavras que as ninfas lhe declamavam ao vento de sons tocados pelos anjos no horizonte dos sentimentos.Quero conhece-la! Há muito que não sentia tanta vontade de viver alguém.Persigo este pensamento enquanto revivo partes de tempos em que a felicidade era simples como o simples acordar para um infantil dia de sonhos vãos cheios de esperança de ser. Quando deixamos a criança que reside em nosso subconscientes perdemos a nossa identidade de exploradores de um mundo novo. Cair na rotina e apenas para os pobres incrédulos na realidade de seu sentidos.
Sigo mais um caminho na meu sentido agora contigo meu fauno amigo que me levara a realidade que quero viver ao lado de quem a queira sonhar ....
domingo, 29 de maio de 2011
Sao palavras
São sentidos que damos as palavras que nos fazem viver a realidade de nossos pensamentos.E agora aqui neste bosque cercado pela razão inata das realidades perdidas vos escrevo.Sim, nele me perdi em busca de uma fada que em meus olhos seguia pelo caminho da razão esquecida, mas nada mais que sentimentos ela se via perdida.És tu numa palavra só, num gesto singular pelo que pensas viver, sou eu pelo que percorri e pelo que com os meus amigos no bosque aprendi.
Agora aqui sentado em tua janela te observo como se de uma deusa te tratasses pelo sentido de estares viva quero olhar-te mas a luz me leva a noite de uma lua morta pela incapacidade de ver seu sol de fronte.Neste mundo escuro de sofrimento e húmido de lágrimas me reencontro com os seres que outrora persegui, queria ser mais que eles e acabei tão preso a este bosque como tantos outros que dele tentaram fugir.Sem palavras escrevo pelas linhas tortas de uma vida de pecados e sentimentos vãos, mas hoje sei que destas palavras que alquem lerá saíram pensamentos que nunca entenderá. Somo poetas somos cantores quando inventamos ou fingimos , mas e no fingimento que por vezes estão as verdadeiras verdades que escondemos dos mundanos e transportamos para o irreal deste bosque sem sentidos.
E agora tu ò tagide minha no Mondego perdida sente o poder dos bosques de raízes encrostadas pela realidade de nosso sonhos.
Agora aqui sentado em tua janela te observo como se de uma deusa te tratasses pelo sentido de estares viva quero olhar-te mas a luz me leva a noite de uma lua morta pela incapacidade de ver seu sol de fronte.Neste mundo escuro de sofrimento e húmido de lágrimas me reencontro com os seres que outrora persegui, queria ser mais que eles e acabei tão preso a este bosque como tantos outros que dele tentaram fugir.Sem palavras escrevo pelas linhas tortas de uma vida de pecados e sentimentos vãos, mas hoje sei que destas palavras que alquem lerá saíram pensamentos que nunca entenderá. Somo poetas somos cantores quando inventamos ou fingimos , mas e no fingimento que por vezes estão as verdadeiras verdades que escondemos dos mundanos e transportamos para o irreal deste bosque sem sentidos.
E agora tu ò tagide minha no Mondego perdida sente o poder dos bosques de raízes encrostadas pela realidade de nosso sonhos.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Chuva..
Na magia destes dias escondido entre gotas de umas lágrimas mundanas vos visito meus fieis companheiros de aventuras neste sombrio bosque da realidade esquecida por quem nos materiais se esconde.Em tempos estas simples gotas eram alívios da almas e a pureza de uma escrita sem sentido, sentida apenas a quem de olhos fechados as lê.Do longe mas bem perto mais uma voz de entre o nevoeiro, como se do rei morto salvador se tratasse,grita por ajuda enquanto se perde nos encantos deste sombrio lugar gelado pelas gerações de infortunio aos olhos dos leigos.Mitos perseguem este lugar como os gigantes escondidos nas grutas da paixão e as ninfas agarrando em seus chamamentos os que não tem olhos para seus sentimentos.Entro pela porta fechada ao mundo e chego ao caminho da solidão, onde lentamente somos levados à loucura de palavras soltas de sangres derramados, nesse instante encontro entre as árvores falantes a voz que perseguia, era de uma simples fada que se perdera de seu amo. Pergunto-lhe que fez ela à realidade para se perder nestas raízes do passado, entre choros e sons me faz entender, de seus lábios delicados como seda, que se perdera de seu Eu enquanto tentava encontrar o dos outros, de palavras foi sedenta ate que as palavras a levaram para o mundo de onde sempre tentou fugir.Agora aqui na escuridão de seu ser reside a sua vivência e sem a chama de olympus para a proteger não sabe de que se provir para sobreviver.Pede-me ajuda e que seja seu Melchior a guiar sua alma para a luz do norte escondida entre as árvores longas do sentido de viver. Ajudo quem de mim precisa, sigo quem me levar, mas palavras não irei mais narrar, diria ela na sua inocência do mundo.Não me pede nada mais só que a leve para onde vão os perdidos de seu ser, esse lugar húmido pela chuva de viver....
segunda-feira, 14 de março de 2011
Palavras...
Palavras são como armas que nosso coração usa para omitir o que sente, actos são mais sinceros quando as palavras nos escondem entre a incerteza do que escrevemos quando no fundo queremos dizer.
Prometi que escreveria o texto que não quis te dizer quando te ouvia no bosque chamando, agora destas palavras contarei meus actos para que entendas o que sei que sabes que mesmo não sabendo imaginas nesse teu mundo tão teu, criado em torno de uma solidão saudável da protecção da realidade inculta dos que te rodeiam.
Sentir não e mais que uma ilusão quando somos criados da cinzas que alguém plantou em nosso coração e nos apagou a alma de sonhos e cegueira, para a crueldade dos humanos.De palavras meu mundo preencho neste quarto húmido pelas lágrimas dos que partiram sem nunca poderem mais olhar para traz.Do outro lado destas paredes, mora o mundo e dizem que nele não existe a solidão dos tempos revolto em abraços da vida por muitos perdida.
Somos palavras quando tentamos ver a realidade que a vista de todos, so alguns consequem ver.Se estiveres atenta querida amiga no boque perdida encontras aquilo que procuras bem a teu lado sempre escondido pela luz das estrelas sintilantes antes de te levarem as cinzas esquecidas pela realidade.Dentro de mim ha algo que se esconde que so com a coragem de alguem que das cinzas o traga para a luz do dia poderas conhecer.De palavras estou farto quando estas maos apenas querem escrever o que todos os outros querem ler minha alma se apaga no findar de meus tempos aureos.
Não sou mais que icaro nas cinzas das suas asas de sonhos, voar para outros mundos e esquecer a infiel realidade da vida.Mas neste meu mundo criado pela solidão de meu quarto escreverei ate que as palavras me doam entre as lagimas das letras escritas para quem quer ler mesmo não vendo o que nelas digo.
Prometi que escreveria o texto que não quis te dizer quando te ouvia no bosque chamando, agora destas palavras contarei meus actos para que entendas o que sei que sabes que mesmo não sabendo imaginas nesse teu mundo tão teu, criado em torno de uma solidão saudável da protecção da realidade inculta dos que te rodeiam.
Sentir não e mais que uma ilusão quando somos criados da cinzas que alguém plantou em nosso coração e nos apagou a alma de sonhos e cegueira, para a crueldade dos humanos.De palavras meu mundo preencho neste quarto húmido pelas lágrimas dos que partiram sem nunca poderem mais olhar para traz.Do outro lado destas paredes, mora o mundo e dizem que nele não existe a solidão dos tempos revolto em abraços da vida por muitos perdida.
Somos palavras quando tentamos ver a realidade que a vista de todos, so alguns consequem ver.Se estiveres atenta querida amiga no boque perdida encontras aquilo que procuras bem a teu lado sempre escondido pela luz das estrelas sintilantes antes de te levarem as cinzas esquecidas pela realidade.Dentro de mim ha algo que se esconde que so com a coragem de alguem que das cinzas o traga para a luz do dia poderas conhecer.De palavras estou farto quando estas maos apenas querem escrever o que todos os outros querem ler minha alma se apaga no findar de meus tempos aureos.
Não sou mais que icaro nas cinzas das suas asas de sonhos, voar para outros mundos e esquecer a infiel realidade da vida.Mas neste meu mundo criado pela solidão de meu quarto escreverei ate que as palavras me doam entre as lagimas das letras escritas para quem quer ler mesmo não vendo o que nelas digo.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Solidão
Hoje todos voces meus fieis do bosque me tentaram a escrever minhas palavras, mas prefiro apenas dizer aquilo que um menino de 16 anos ecreveu ha muito tempo em palavras turvas pelas lagrimas de uma vida esquecida entre as multidões dos seres perdidos do verdadeiro sentido de estar vivo.
Quando o dia está aqui eu consigo me iludir que o pior
já me passou, quando o céu ainda tem luz parece que
aquela cruz que deixaste me deixou. Escondo-me entre a
multidão e até penso que a razão meu sentimento venceu,
eu não minto quase sinto que sem ti posso ser eu.
Mas quando chega a solidão quando a noite em mim se
abriga estou de novo em tuas mãos e o punhal no
coração volta a dar sinais de vida. Quando chega a
solidão quando a noite me trespassa volto a ver que é
tudo em vão e que morro de paixão até chegar a
madrugada.
Quando o sol está a brilhar eu consigo até pensar que
a tristeza já lá vai, quando a Terra ganha cor parece
que aquela dor que deixaste não dói mais. Escondo-me
entre a multidão e até penso que a razão meu
sentimento venceu, eu não minto quase sinto que sem ti
posso ser eu.
Estarei sempre presente na realidade infinita do que somos
Quando o dia está aqui eu consigo me iludir que o pior
já me passou, quando o céu ainda tem luz parece que
aquela cruz que deixaste me deixou. Escondo-me entre a
multidão e até penso que a razão meu sentimento venceu,
eu não minto quase sinto que sem ti posso ser eu.
Mas quando chega a solidão quando a noite em mim se
abriga estou de novo em tuas mãos e o punhal no
coração volta a dar sinais de vida. Quando chega a
solidão quando a noite me trespassa volto a ver que é
tudo em vão e que morro de paixão até chegar a
madrugada.
Quando o sol está a brilhar eu consigo até pensar que
a tristeza já lá vai, quando a Terra ganha cor parece
que aquela dor que deixaste não dói mais. Escondo-me
entre a multidão e até penso que a razão meu
sentimento venceu, eu não minto quase sinto que sem ti
posso ser eu.
Estarei sempre presente na realidade infinita do que somos
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Na dor tambem vivo
Acreditar e impossível quando meus olhos apagam o que meu coração sente, nos momentos estranhos de meu sentir alguém tentou crescer mais uma vez os fantasmas deste bosque em mim encerrado a levaram para a imensidão do meu passado presente.Errei durante anos com pessoas que de minha escrita mereciam livros e hoje perco algo que de mim nem um texto merecia.Do bosque alguém se levanta para me fazer ver que nem sempre estamos errado quando o certo e infinito no nosso saber.Tu pessoa que me ensinaste a escrever e me levaste para culturas que ninguém ate hoje pensava viver, perdeste um filho viveste mil amores mas sabias que eu iria nascer de um deles e me construíste na vida da realidade escondida da pior sociedade dos últimos mil anos.Sabes quem eu sou? De onde venho? Hoje mil disseram não sabendo que se o meu verdadeiro Eu conhecessem estariam perante o verdadeiro possível do impossível o que do nada construi o tudo.Se os meus apelidos falarem muitas palavras soaram a meu favor, mas construir e o que eu quero perto de quem minha palavras siga.
Deixo as palavras incertas pelas incertezas de minhas lágrimas neste meu quarto abandonado pelo sentimento cruel da pobre sociedade.Desperdício serei um dia quando vos abandonar e quando minha palavras não mais chegarem para viver pelas paredes incertas da certeza de estar vivo.Obrigado a que do bosque me guiou durante anos e me fizeram saber o que fazer quando a minha realidade era irreal nos sentimentos mas sempre na razão.
Lutarei ate que os cordeiros sejam leões :D
Deixo as palavras incertas pelas incertezas de minhas lágrimas neste meu quarto abandonado pelo sentimento cruel da pobre sociedade.Desperdício serei um dia quando vos abandonar e quando minha palavras não mais chegarem para viver pelas paredes incertas da certeza de estar vivo.Obrigado a que do bosque me guiou durante anos e me fizeram saber o que fazer quando a minha realidade era irreal nos sentimentos mas sempre na razão.
Lutarei ate que os cordeiros sejam leões :D
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Ver .....
Escrevo cada palavra de meu sentimento pelas letras de uma vida a procura de mim perdido entre ti nestes mundos estranhos a realidade dos inocentes.Tento na olhar para o trás nos textos passados em revista pelo sentimento de encontrar o caminha da felicidade aclamada pela impossibilidade de crescer, mas nela encontro apenas o vazio que sou a visão dos mundanos pela pureza de meus actos.Agora mais que uma simples voz do bosque exaltada, aparecem os valores de uma civilização construída na mentira daqueles que de um simples carpinteiro cravaram uma lei impropria a data actual da mentalidade da podre sociedade.Porque mentir quando o irreal esta a vista de todos? Hoje ninguém procura a sabedoria nas palavras ditas ou nos factos feitos apenas no crescimento dos bolsos sangrentos dos pobres mundos esquecidos por aquele que não mais que o dourado dos olhos consegue ver para alem daquilo que nos traz o coração partido.
Neste meu mundo perdido encontro por vezes tempo para saber o que se passou aos que em tempos impunham e hoje criticam quem tenta destapar o que esta sociedade a milénios tenta esconder.Não há Messias no mundo, há sim quem veja o mundo de uma realidade diferente de outro plano como que se um elevador existisse em seus olhos e o levasse para outro nível, mas sem suporte esse cordão que muitos consideraram a porta entre dois mundos se perde e voltamos a mentira de estarmos vivos.
O mundo e redondo para o podermos ver sem nos perdermos nos cantos e ângulos dos pobres irrealistas.
Neste meu mundo perdido encontro por vezes tempo para saber o que se passou aos que em tempos impunham e hoje criticam quem tenta destapar o que esta sociedade a milénios tenta esconder.Não há Messias no mundo, há sim quem veja o mundo de uma realidade diferente de outro plano como que se um elevador existisse em seus olhos e o levasse para outro nível, mas sem suporte esse cordão que muitos consideraram a porta entre dois mundos se perde e voltamos a mentira de estarmos vivos.
O mundo e redondo para o podermos ver sem nos perdermos nos cantos e ângulos dos pobres irrealistas.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Menino no bosque perdido
Um poeta tentei ser em minhas palavras escritas apenas numa direcção pensada, hoje no bosque estou preso por mais experiências vividas com vos meus amigos fies de noite turva entre as lágrimas que um sol me trazia a minha face.Olhei para as estrelas e muitas brilharam sem sentido, sem viver, sem saber que este pobre coração estava fechado a qualquer abertura.Abri novamente esta porta entre o mundano e o irreal mas nem por sombras entendes-te que estive sempre aqui a teu lado, a mostrar o que durante anos escondi de quem queria ver.
Sozinho como sempre em meu quarto sigo o que minhas mãos tem coragem de escrever quando me faltam palavras na boca para em tua cara dizer.Essas palavras magicas que mudam o sentido da vida de que sem razão vive e não pensa em seus actos. Dou por mim muitas vezes a pensar se o acordar para o novo dia sem se ter um passado por detrás faz sentido, mas cada vez mais me convenço que sim.Meu passado quero apagar e fazer de mim um homem novo para crescer agora sim sem erros que me amargam todas as palavras.
A vida para mim desde a perda de ti meu amigo e criador não faz mais sentido, quando era pequeno tentas-te mostrar-me como viver sem sentimentos, mas nunca como ser indiferente ao facto de te perder.No opio me perdi nestes tempos revoltos pela imensidão de vidas a meu lado, mas hoje caio em mim e te digo que sem ti o meu EU não existiria.Para a crueldade da sociedade me preparas-te mas para a indiferença de sentimentos nunca estive preparado, e por isso espero apenas caminhar o suficiente para apenas saber ser livre.Como dizias na liberdade como no amor os Homens acabam sempre por perder.
Sozinho como sempre em meu quarto sigo o que minhas mãos tem coragem de escrever quando me faltam palavras na boca para em tua cara dizer.Essas palavras magicas que mudam o sentido da vida de que sem razão vive e não pensa em seus actos. Dou por mim muitas vezes a pensar se o acordar para o novo dia sem se ter um passado por detrás faz sentido, mas cada vez mais me convenço que sim.Meu passado quero apagar e fazer de mim um homem novo para crescer agora sim sem erros que me amargam todas as palavras.
A vida para mim desde a perda de ti meu amigo e criador não faz mais sentido, quando era pequeno tentas-te mostrar-me como viver sem sentimentos, mas nunca como ser indiferente ao facto de te perder.No opio me perdi nestes tempos revoltos pela imensidão de vidas a meu lado, mas hoje caio em mim e te digo que sem ti o meu EU não existiria.Para a crueldade da sociedade me preparas-te mas para a indiferença de sentimentos nunca estive preparado, e por isso espero apenas caminhar o suficiente para apenas saber ser livre.Como dizias na liberdade como no amor os Homens acabam sempre por perder.
sábado, 20 de novembro de 2010
fim da imaginação real
Se a imensidão de meus sentimentos se ligassem na minha vida não estaria neste quarto perdido na escrita de meu ser. A realidade por mim transformada hoje perde todo o sentido no aproximar no que o perder de uma parte de um espírito presente em nossas vidas .
Do bosque me chamam novamente para falar sobre o mundo sombrio escondido entre a realidade de estarmos vivos mesmo que nunca vivendo.Tento explicar o porque,ouvir o como mas tudo em mim não me deixa ser sendo o perfeito que quero ser.Ao longe uma voz rude e sem palavras comidas pelo tempo da experiência alguém se levanta pelas minha linhas obliquas do escrever.A realidade para mim tão impura quando o viver nos albergues de uma vida de pecados, se transborda em frente do nada que somos.Ele conta-me que tentou ao máximo ser o que nunca foi e cresceu com o seu amanha no meu hoje esquecido pela razão, mas suas palavras a mim n atingem a verdadeira razão de estarmos vivos.Tento entender o que me pergunta o que me quer mas mais uma vez a estranha porta se fecha entre os mundos paralelos que do lado de fora da janela destas quatro paredes brancas como a pureza de um sonho não me deixa ver.Será que estamos nesta vida para viver ou fazer viver quem nos rodeia? Cansado de um escrever sem sentido entre as linhas turvas que minhas mão perseguem tento dormir sobre a questão essencial da existência humana ... Para que???
Do bosque me chamam novamente para falar sobre o mundo sombrio escondido entre a realidade de estarmos vivos mesmo que nunca vivendo.Tento explicar o porque,ouvir o como mas tudo em mim não me deixa ser sendo o perfeito que quero ser.Ao longe uma voz rude e sem palavras comidas pelo tempo da experiência alguém se levanta pelas minha linhas obliquas do escrever.A realidade para mim tão impura quando o viver nos albergues de uma vida de pecados, se transborda em frente do nada que somos.Ele conta-me que tentou ao máximo ser o que nunca foi e cresceu com o seu amanha no meu hoje esquecido pela razão, mas suas palavras a mim n atingem a verdadeira razão de estarmos vivos.Tento entender o que me pergunta o que me quer mas mais uma vez a estranha porta se fecha entre os mundos paralelos que do lado de fora da janela destas quatro paredes brancas como a pureza de um sonho não me deixa ver.Será que estamos nesta vida para viver ou fazer viver quem nos rodeia? Cansado de um escrever sem sentido entre as linhas turvas que minhas mão perseguem tento dormir sobre a questão essencial da existência humana ... Para que???
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Hoje alguém me tentou pela escrita de meu ser, pela pergunta de ser eu, o meu pro pio nestes textos pelos pecados. No pecado sigo minha linha ate que meu coração bata novamente por quem nem meio de mim sabe.Mesmo que guarde durante o tempo finito e esteja em meus genes expostos ao que o nunca queira ser a realidade do que persigo com a vontade de viver.
Se entre os lobos nessa câmara sem fim tentas-te a mim seguir pelos caminhos de uma razão perdida na minha vontade de sentir entando vivo, a ti aclamo minhas tagides do Mondego escondidas pela perdida noite em mim vivida.Serei capaz de uma luz te guiar no ano escuro perdido de tua vida tentando no sol encontrar razão quando ele te rejeita a teus olhos.Nunca me esqueci de quando a pouco te vi perdendo tuas lágrimas por mais forte que a aparência te seguisse mas teu coração mentia a meus olhos.
Não sintas pena de ti pois estarei aqui como qualquer carpe diem de ti aclamado sem seu real verídico, mas nem por isso te deixarei menina no bosque perdida na sua inocecia de teu sentir me pedido a que a minhas letras tuas frases escreva...vive porque no viver a felicidade se encontra no saber ;)
Se entre os lobos nessa câmara sem fim tentas-te a mim seguir pelos caminhos de uma razão perdida na minha vontade de sentir entando vivo, a ti aclamo minhas tagides do Mondego escondidas pela perdida noite em mim vivida.Serei capaz de uma luz te guiar no ano escuro perdido de tua vida tentando no sol encontrar razão quando ele te rejeita a teus olhos.Nunca me esqueci de quando a pouco te vi perdendo tuas lágrimas por mais forte que a aparência te seguisse mas teu coração mentia a meus olhos.
Não sintas pena de ti pois estarei aqui como qualquer carpe diem de ti aclamado sem seu real verídico, mas nem por isso te deixarei menina no bosque perdida na sua inocecia de teu sentir me pedido a que a minhas letras tuas frases escreva...vive porque no viver a felicidade se encontra no saber ;)
sábado, 16 de outubro de 2010
Se
Quis tanto em minha vida viver sendo feliz, perdendo,tudo que sempre o nada perdeu.Borboleta a ti escrevi as palavras mais sentidas de quem sentimentos perdeu que do escuro procurava quem da luz não queria nascer.Condenam-me por não responder ao pedir das tágides no Mondego escondidas, mas percorro em cada palavra quem de mim merece tudo.Como quem em meu bosque entrou pela porta grande quando a meus ouvidos declamou o mais importante na essência de viver.Caminho como um vagabundo tentando registar-te quando sem ti nada faz sentido.Sinto a falta de tuas mãos em meu colo tentando alegrar o desconhecido sentir .Sem viver nunca os poetas suportariam a razão de espírito inato e sem razão perdida no ser estando vivo pelo caminhar sem luz num caminho sombrio da vontade de te ter a meu lado no espírito único quando nas cabeças a minha lei se impõe nos perdidos amantes que por nos passaram.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
De existencialista para existencial....
Hoje em meu mundo esquecido do meu sombrio viver , liberto minhas palavras para ti menina no mundo perdida que de tanto sentimento teu coração exalta esquecendo a tua essência de existir estando viva.Altero minha linha de liberdade de sons para que com estas simples palavras te ajude a libertar desse casulo que te prendeu naquilo que o opio mais te leva no fundo.Liberta tuas asas e voa pelas palavras de um vento gelado mas ao mesmo tão quente quando um simples gesto basta para construir com tuas palavras, tão iguais as minhas noutras historias escritas, aquilo que será o destino dos mortais presos neste mundo. Se eu como Ícaro ao sol me enfrento todos os dias sem temer o cair no chão da amargura por me faltarem as asas, tu também o serás capaz de seguir como um todo no meio do nada.
Se mesmo as minhas forças faltarem pedirei a todos os seres de mitos criados a força para te ajudar a viver com o espírito liberto da escuridão em teus olhos marcados pela palidez de tuas lágrimas. Teu sorriso surgirá por entre os mundos cruzados do real e irreal da realidade que vivemos entre o querer ser eterno que tal como livre lutaremos sempre para conquistar.Porque e disso que um verdadeiro poeta morto nas palavras e feito, nem carpe diem nem tagides nos salvam quando a dor em nossos olhos nos apaga a bela e diferente forma de ver o mundo por entre as entranhas dos simples seres para os quais vivemos e fazemos sonhar em cada letra nossa. Bate as asas e voa pelo destino que criarás com tua vontade de sorrir...
quinta-feira, 29 de julho de 2010
continuar a sentir
Aqui estou Eu, sou uma folha de papel vazia, onde pequenas coisas me vão mostrando o caminho.Novamente te oiço das sombras encarnadas do sentir de meu espírito impuro e te procuro no entre meu viver pelo infinito de não mais te ver. Contas-me que a menina que há em ti a muito morreu pelos caminhos de uma atribulada essência da vontade de seres tu própria a perfeição do que pensavas atingir pelo que nunca la chegas-te por teus pés frágeis neste mundo corrosivo às visões externas ao pensamento unânime. De perto te vejo agora todos os dias em minha fronte quando para a escuridão caminho.Há muito que meu sol se perdeu pelo norte inatingível pela verdade humana do sentir-me vivo, mas por entre os moribundos do mundo novo te espero no passado presente do meu querer.Queres que siga em frente quando me amarras à imaginação do possível quando o impossível mais fácil seria de seguir. De África trouxe-te à metrópole o que nunca eles teriam vivido sem ti. Espera pelo destino e contra o que tu e eu defendemos à tanto em nosso escrever, vamos libertar-nos pelos caminho de um insólito querer.Imagino contigo o que Lucius verrinus teria pensado quando derrotou sozinho os gregos numa batalha sangrenta que meu coração caminha pela actualidade ao ver o que defendes-te apagado por aqueles que deuses pensam ser quando nem sabem de onde viemos. De pies descalços e sueños blancos te aprisionaste quando nem te importou um nada o que o futuro te traria. Esqueces que este simples chão que pisamos não e nosso mas sim dos que hao-de vir no futuro proximo. Cresce para sobreviveres....
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