Por caminhos onde outros falharam ele sobreviveu com o poder de uma juventude bem preparada para os percalços de uma vida de adrenalina.Contudo mesmo preparado ele falhou, falhou onde tudo parecia ser certo.Agora aqui neste bosque perdido pergunta por mim.Como somos parecidos em tanto mas nos afastamos tanto no tempo.Nada nos pode entender como seres diferentes e unidos entre si, estar ligados entendendo o mundo pelo que ele é e não por aquilo que nos querem mostrar que é.Sinto que muito podemos aprender os dois em conjunto, talvez o consiga salvar ou pelo menos entender como fugir do seu destino cruel.Sei que posso saber que o passado constrói o destino do futuro, mas sei também que tudo posso mudar.Todos os que se sentiram invencíveis falharam nos momentos mais cruciais perdendo o que tanto conquistaram com o orgulho de viver.
Mas afinal o que pode definir um líder ?? Não apenas o saber motivar as pessoas, mas sim o saber como dizer o que todos querem ouvir, mesmo sabem que tudo isso é impossível.Enganar é o que todos têm feito nos últimos tempos nesta Europa velha e frágil por um passado mal projectado e por ouvir quem nunca deveria.
Ele conta-me como aquele pequeno pais que já foi maior que a Europa perdeu toda a sua hegemonia num ouvir e obedecer a quem um império ergueu com a mentira da paz.
No passado um grande líder governou, aquele que poderia ter findado rapidamente como o grande império do mundo.Esse pequeno grande homem, mesmo tendo ganho todas as batalhas, acabou por perder a mais importante mas ao mesmo tempo a mais simples de todas " o viver ".
Traído por seus amigos,mesmo quando sua vida lhes tenha perdoado num passado esquecido por aqueles que deuses se achavam.Mesmo assim a sua politica permaneceu e é assim que se define um líder quando mesmo depois de morto as suas ideias permaneceu.Conta-me ele que tudo poderia ser diferente se a mentira que muitos chamaram liberdade tivesse sido mais branda e sentida de forma a criar um destino promissor naquele que ja foi o grande império europeu.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
E.U.....
Com ele inicio um novo ciclo, uma nova vida, um novo destino aclamado pela distância traduzida em emoções.Encontro agora razões espíritos e saberes que em tempos apaguei em meu caminho inserto na certeza de voltar.
Aprendi que tudo é apenas a soma das suas partes mais aquilo que adicionamos com o ouvir ou sentir das vivências mundanas e reais.Mais nada posso seguir se com ele me encaminho nesta encruzilhada pelo destino de viver.Creio que tudo é possível quando o oiço falar de como a sua vida promissora falhou, num ter não tendo, que o perseguiu ate ao findar de seus dias.
Na guerra viveu, combateu e resistiu sem uma bala em sua entranhas entrar, mas aquilo que parecia simples como sobreviver a uma vida simples numa sociedade que o considerou herói, se transformou em uma cruel passagem pelo infeliz mundo de viver.
As balas dos rebeldes nunca o penetraram mas as farpas de uma vida em seu coração se cravaram. Com ele aprendo que não somos mais que uma simples personagem de um jogo cruel entre quem joga e quem apenas vê jogar, aplaudindo tiranos que em tempos contra a tirania fizeram povos lutar. Sem saberem que nunca seriam livres na sua liberdade.Ele sabia que isso podia ser combatido e por isso a sua morte o enfrentou no seu caminho e não sabendo como dela escapar num sentimento puro de uma vida de lutas.
Não acompanhem quem o medo espalha pelo mundo, mesmo que farsada com apelos de paz...
Aprendi que tudo é apenas a soma das suas partes mais aquilo que adicionamos com o ouvir ou sentir das vivências mundanas e reais.Mais nada posso seguir se com ele me encaminho nesta encruzilhada pelo destino de viver.Creio que tudo é possível quando o oiço falar de como a sua vida promissora falhou, num ter não tendo, que o perseguiu ate ao findar de seus dias.
Na guerra viveu, combateu e resistiu sem uma bala em sua entranhas entrar, mas aquilo que parecia simples como sobreviver a uma vida simples numa sociedade que o considerou herói, se transformou em uma cruel passagem pelo infeliz mundo de viver.
As balas dos rebeldes nunca o penetraram mas as farpas de uma vida em seu coração se cravaram. Com ele aprendo que não somos mais que uma simples personagem de um jogo cruel entre quem joga e quem apenas vê jogar, aplaudindo tiranos que em tempos contra a tirania fizeram povos lutar. Sem saberem que nunca seriam livres na sua liberdade.Ele sabia que isso podia ser combatido e por isso a sua morte o enfrentou no seu caminho e não sabendo como dela escapar num sentimento puro de uma vida de lutas.
Não acompanhem quem o medo espalha pelo mundo, mesmo que farsada com apelos de paz...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Adeus Amiga...
Ser como nos antepassados tribais e viver como se de um selvagem na perseguição da necessidade inata de ser eu.Procuro em cada palavra o sentir que perdi à muito na minha vida.Não entendo o porquê de me sentir único quando lá fora no mundo perdido me sinto apenas mais um incompleto, incompreendido.Assim se sente o verdadeiro eu, o EU sem ser, o crer sem existir.
Por vezes dou comigo a olhar para o espelho e tentar entender o que sou!Não sei se por narcisismo ou simples vontade sedenta de me entender, para entender o mundo.Tudo pode mudar quando a vontade nos persegue, somos nós capazes de alterar o que a natureza nos destinou.Nunca fui um homem de destinos ou crenças, mas hoje sinto-me incapaz de apaziguar este meu sentir mais doloroso.
Procuro na necessidade de um eu maior, um eu completo, que apenas encontro quando aquela menina no bosque a meu lado se encontra, com ela aprendi.Mas está na hora de outros valores e vozes se levantarem.
Ao longe oiço uma voz trémula e sentida de quem de amores se perdeu nas amarguras do destino.Conta-me que foi militar e serviu sua pátria como Marco António a César.Mas hoje não encontra mais sentido em defender apenas o interesses dos doentios ditadores do mundo apagado.
Em África foi solidário, cresceu, viveu, sentiu e amou. Amou quem nem o seu respirar merecia, nem respirar nem sonhar.Só sabemos se a doença do amor nos apanhou quando os nosso sonhos se tornam na realidade e a a realidade em nosso sonhos.Não somos imunes em nenhum sentido do sentimento de amor.Mas podemos resistir e ser felizes com o findar da escravidão e viver em paz por toda a eternidade.
Amar essa dor escondida, como punhal a espera de ser cravado em nosso coração.
Por vezes dou comigo a olhar para o espelho e tentar entender o que sou!Não sei se por narcisismo ou simples vontade sedenta de me entender, para entender o mundo.Tudo pode mudar quando a vontade nos persegue, somos nós capazes de alterar o que a natureza nos destinou.Nunca fui um homem de destinos ou crenças, mas hoje sinto-me incapaz de apaziguar este meu sentir mais doloroso.
Procuro na necessidade de um eu maior, um eu completo, que apenas encontro quando aquela menina no bosque a meu lado se encontra, com ela aprendi.Mas está na hora de outros valores e vozes se levantarem.
Ao longe oiço uma voz trémula e sentida de quem de amores se perdeu nas amarguras do destino.Conta-me que foi militar e serviu sua pátria como Marco António a César.Mas hoje não encontra mais sentido em defender apenas o interesses dos doentios ditadores do mundo apagado.
Em África foi solidário, cresceu, viveu, sentiu e amou. Amou quem nem o seu respirar merecia, nem respirar nem sonhar.Só sabemos se a doença do amor nos apanhou quando os nosso sonhos se tornam na realidade e a a realidade em nosso sonhos.Não somos imunes em nenhum sentido do sentimento de amor.Mas podemos resistir e ser felizes com o findar da escravidão e viver em paz por toda a eternidade.
Amar essa dor escondida, como punhal a espera de ser cravado em nosso coração.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Pés descalços, sonhos vãos...
A realidade alterada pelo pensamento infinito do meu escrever, leva os leigos a uma simples interpretação falsa do meu sentir.Ela, ela não é um presente sentido nem um futuro aclamado, mas sim um passado distante de uma infância perdida no encruzilhar de uma sociedade impraticável, onde o destino nos abandona como areia movediça num deserto longe de viver.
Não escrevo para a atrair, ou para que ela de mim tire algo, mas sim para me construir e a dar a conhecer ao mundo que a abandonou quando o seu futuro promissor se perdeu numa falésia de tempos. Tempos vividos no longe distante de uma vida ausente.Ela não teve tempo para que o ciclo se completasse por isso me impõe o escrever de sua historia sofrida para que outros não sofram como ela. Aqui no meio do bosque do esquecido lugar,que em tempos lutou por um pais ingrato, escrevo ao som cintilante dos pássaros que de árvore em árvore procuram abrigo do duro inverno, frio como os corações apagados. Por momentos sinto uma brisa em meu rosto, queria ouvi-la para a entender, mas por enquanto apenas me dá a confirmação de que ainda estou vivo.Mesmo sentir que observo quando no espelhar das águas meu rosto vejo.Sei que vivo, mas não existo. Não fisicamente mas o profundo de mim ainda está incompleto, assim como Ela, não vivi o suficiente, ainda tenho muitas vidas para acompanhar e muitas mais para criar num mundo decadente mas com fé num futuro melhor.Lideres mundiais tentam salvar o perdido, querem ser Noé na sua arca e escolher quem construa o dia seguinte. Mas o que eles não entendem é que os escolhidos já existem e vivem entre nós.Não são os de Darwin ou os de Messias mas sim aqueles que em seu caminhar nunca olharam para traz e encararam o à frente como uma dádiva.Mesmo se perdendo como os outros, eles estarão completos, o que os torna escolhidos e especiais. Constrói o teu caminho com armadilhas sangue e dor, mas mesmo que nunca chegues à meta, mantém o teu sorriso. Viver sem sorrir é o mesmo que morto estar.
Não escrevo para a atrair, ou para que ela de mim tire algo, mas sim para me construir e a dar a conhecer ao mundo que a abandonou quando o seu futuro promissor se perdeu numa falésia de tempos. Tempos vividos no longe distante de uma vida ausente.Ela não teve tempo para que o ciclo se completasse por isso me impõe o escrever de sua historia sofrida para que outros não sofram como ela. Aqui no meio do bosque do esquecido lugar,que em tempos lutou por um pais ingrato, escrevo ao som cintilante dos pássaros que de árvore em árvore procuram abrigo do duro inverno, frio como os corações apagados. Por momentos sinto uma brisa em meu rosto, queria ouvi-la para a entender, mas por enquanto apenas me dá a confirmação de que ainda estou vivo.Mesmo sentir que observo quando no espelhar das águas meu rosto vejo.Sei que vivo, mas não existo. Não fisicamente mas o profundo de mim ainda está incompleto, assim como Ela, não vivi o suficiente, ainda tenho muitas vidas para acompanhar e muitas mais para criar num mundo decadente mas com fé num futuro melhor.Lideres mundiais tentam salvar o perdido, querem ser Noé na sua arca e escolher quem construa o dia seguinte. Mas o que eles não entendem é que os escolhidos já existem e vivem entre nós.Não são os de Darwin ou os de Messias mas sim aqueles que em seu caminhar nunca olharam para traz e encararam o à frente como uma dádiva.Mesmo se perdendo como os outros, eles estarão completos, o que os torna escolhidos e especiais. Constrói o teu caminho com armadilhas sangue e dor, mas mesmo que nunca chegues à meta, mantém o teu sorriso. Viver sem sorrir é o mesmo que morto estar.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Olhar...
Encontro em mim um sentir existindo,do sentimento puro de ser livre mesmo livre não sendo.Da sociedade democrática eu tiro os câncer e passados inúteis e incredíveis para uma sensibilidade extrema de crer.Ao adeus eu deixo a vida, ao chegar eu deixo o viver.Somos nos simples infiéis num mundo de crentes num temer de um Deus assíduo e vasto assim como longínquo e ausente.Como do nada criar o tudo, muitos se perguntaram em meu passado e presente e mesmo no futuro alguns lhe seguiram. Mas simples é o saber do tudo não tendo nada,é o dizer sem falar, é o ouvir sendo surdo.
O nosso mundo nos persegue no futuro como no presente. Toma conta de nos e nos guia pelas peripécias de uma vida oculta dos leigos sentimentais.Estamos aqui! sempre estivemos! quem nos ouve sabe quem somos! quem nos perseguem não tem amor! Amor pela sua crença, pela sua ideologia, pelo seu amor.Demente a Deus se dizem quando expulsão quem de Deus lhes fala,não sabem como amar quem amor nos ensinou, mesmo sendo um simples carpinteiro de vidas. Com isto proclamo os passados, para que com seus erros construam o futuro sem as falhas ou semelhanças com o mundano de quem vive por viver.
Mais uma vez eu escrevo por ti,aqui a meu lado em cada tocar de tecla no meu mundo.Sei que és mais do que eu, porque vives e morres amando a vida que te acolheu.Eu persigo o que a vida me deixou mesmo sabendo que o findar se aproxima mais rápido que o cortar de uma árvore da vida que nunca vivi num passado onde não existi como ser presente...
Sigo esta longa jornada na construção do futuro daquela menina no bosque perdida para sentir que dela não se lembra mais.
O nosso mundo nos persegue no futuro como no presente. Toma conta de nos e nos guia pelas peripécias de uma vida oculta dos leigos sentimentais.Estamos aqui! sempre estivemos! quem nos ouve sabe quem somos! quem nos perseguem não tem amor! Amor pela sua crença, pela sua ideologia, pelo seu amor.Demente a Deus se dizem quando expulsão quem de Deus lhes fala,não sabem como amar quem amor nos ensinou, mesmo sendo um simples carpinteiro de vidas. Com isto proclamo os passados, para que com seus erros construam o futuro sem as falhas ou semelhanças com o mundano de quem vive por viver.
Mais uma vez eu escrevo por ti,aqui a meu lado em cada tocar de tecla no meu mundo.Sei que és mais do que eu, porque vives e morres amando a vida que te acolheu.Eu persigo o que a vida me deixou mesmo sabendo que o findar se aproxima mais rápido que o cortar de uma árvore da vida que nunca vivi num passado onde não existi como ser presente...
Sigo esta longa jornada na construção do futuro daquela menina no bosque perdida para sentir que dela não se lembra mais.
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